Cai por terra mais uma narrativa. Ao rejeitar a ação contra Bolsonaro e Wal do Açaí, a Justiça reconheceu o que as regras da Câmara já permitem: assessores podem representar deputados nos Estados, sem precisar estar em Brasília.
Mas fica a pergunta: quem transformou suspeitas em condenação pública vai agora dar à decisão o mesmo destaque? Quem vai reparar os prejuízos, os constrangimentos e o desgaste impostos a Wal?
Para destruir uma reputação, sobram manchetes. Para reparar o estrago, costuma faltar espaço.
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